segunda-feira, 9 de junho de 2014
é possível...
Eu de fato estou convencida e cada vez mais acredito, atesto e dou fé de que o dia, o momento exato, a única chance que temos para sermos felizes é agora. Hoje mesmo, com as condições que temos, com ou sem dinheiro, a pé ou de Ferrari, com ou sem alguém que te faça suspirar, escolhendo ou não quem será o contemplado do mês que irá receber o pagamento de sua dívida, mas acima de tudo com fé. Porque esta é a única certeza que temos, de que Deus nos ama e que nos criou para sermos felizes.
Eu tenho minha formação Cristã, mas duvido muito que qualquer outra religião não seja convicta disso ou que influencie as pessoas a pensarem o contrário, portanto se hoje você não está feliz é porque a sua felicidade está aplicada na coisa ou na pessoa errada, simples assim.
Escuto muito dizerem que complicamos demais a nossa vida e é a mais pura verdade porque quando chegarmos de fato ao ponto que mais importa na nossa vida, nas nossas relações, saberemos o quantas coisas supérfluas carregamos.
E quero te fazer pensar um pouco nisto e gostaria que das listas abaixo você enumere de 1 a 10 o que é essencial e deixe sem enumerar 2 itens que realmente importam menos para você.
1) Para ser feliz eu preciso:
- Obter minha Realização profissional
- Ser Rico
- Ter o melhor carro
- Ter filhos
- Poder adquirir com esforço o que preciso
- Ganhar mais dinheiro
- Estar perto de quem me faz feliz
- Ajudar as pessoas
- Estar em paz
- Ter Saúde
- Casar
- Emagrecer ou Engordar
2) O que realmente importa num relacionamento amoroso para você?
- Confiança
- Respeito
- Paixão
- Cumplicidade
- Amor
- Amizade
- Diálogo
- Sexo
- Nível Social
- Esteriótipo
- Nível Cultural
- Bom equilíbrio racional
3) Porque nos perdemos no caminho procurando tantas coisas que nem precisamos?
4) Quantas vezes nós vamos precisar quebrar a cara para perceber que nada disso importa?
5) Porque você tem tanto medo de ser feliz com o que realmente importa, as pequenas coisas?
Eu gosto de analogias com diamantes porque fomos gerados assim, obras primas de Deus e tenho a reafirmar, sua vida é um grande presente, um diamante que Deus lhe concedeu e só por isso que você não pode andar por qualquer lugar com um diamante, você precisa apender a escolher melhor seu caminho, por onde você deve passar, quem pode ter a honra de tocar neste diamante que é a sua vida.
Por isso deixo meu apelo a ti, lindo diamante: não esteja em qualquer ambiente, não se deixe levar por qualquer opinião, não escolha qualquer pessoa, não se deite em qualquer cama, não valorize quem não te valoriza, não estamos falando de cascalho, carvão ou qualquer brita, estamos falando de diamante, que não pode ser tratado de qualquer jeito.
É tão difícil entender isso? É tão difícil fazer as melhores escolhas? Temos tanto medo assim? Somos tão fracos mesmo?
E assim concluo esperando ser compreendida, mas não somente isso, que você seja personagem principal das mudanças na sua vida, para melhor e na verdade eu aqui nem quero falar de moralidade, ou do que na minha opinião é certo ou errado, sinceramente isso também é esteriótipo. Eu falo da verdadeira felicidade, de algo a mais que pode completar a sua vida e te fazer acreditar no futuro, que a cada decisão você possa se orgulhar, merecer ganhar nota 10 na sua autocrítica, é isso, eu falo de algo que possa te fazer sonhar com o impossível, permitir que seu sono seja tranquilo e que todos os dias valham a pena, que dêem gosto de viver.
E viver bem. Tudo de bom!
quinta-feira, 15 de maio de 2014
... de fato, compartilho...
“Acho que um certo jogo não faria mal.”
É o que diz a maioria das pessoas, em se tratando de conquistas ou de relacionamentos, em sentido mais geral possível.
Não ligar no dia seguinte – mesmo que isso custe horas sofridas de espera ao lado do telefone – é uma espécie de sacrifício torpe recompensado por uma pseudoautossuficiencia (provável que essa palavra nem exista) que, honestamente, nunca me enganou. Troca-se a liberdade de fazer o que realmente se tem vontade – ligar, elogiar, declarar-se – em nome de um orgulho besta que alguns desavisados têm chamado de amor próprio.
Desfrutando do meu irrenunciável direito de discordar, devo reconhecer que, sim, o tal joguinho da conquista faz verdadeiros milagres, por uma lógica tão simples quanto notável: tudo que as pessoas querem é provar para si mesmas que são capazes. O jogo duro da outra parte funciona como um desafio a ser superado – e vencido, muitas vezes, a todo custo. Cria-se uma ilusão cruel de querer: Você pensa que de fato quer algo – ou alguém – quando tudo o que quer, na verdade, é provar pra si mesmo e para o mundo que pode conseguir. Por que a vida é feita, basicamente, do “provar que pode”.
A conseqüência mais lamentável disso tudo é a perda talvez irrecuperável da transparência nas relações. E olha que não me refiro apenas aos inícios, onde o coração acelerado à espera de um telefonema é personagem principal: refiro-me também às relações de longa data – inclusive as de amizade – onde a sinceridade é tão necessária quanto escassa.
Do P.A ao amigo de infância, são poucos os que se arriscam à verdadeira e perigosa transparência. O jogo da sedução espalhou-se como um vírus e infectou as relações mais bonitas, mais abertas e mais sinceras, tornando-se um óbice travestido de escudo: que, embora nos proteja do sofrimento, dos priva do melhor de toda relação.
Eu, sinceramente, prefiro o amor real. Eu prefiro a entrega, ainda que, para isso, eu tenha que ser feita de boba de vez em quando. Prefiro me jogar de cabeça, mesmo que eu saia ferida algumas vezes – e mesmo que numa dessas vezes, seja fatal. Ligo quando quero ligar, abraço quando quero abraçar, declaro-me quando quero me declarar – e confesso que isso já me rendeu umas boas decepções, e, sobretudo, afastou-me daqueles que nunca mereceram um amor honesto. Paciência. Não jogo porque não sei jogar, mas, sobretudo, porque o que importa nessa vida é ser livre para amar e para entregar-se: a quem assim merecer.
(Desconheço autoria, recebi de um bom amigo, compartilho com vocês)
É o que diz a maioria das pessoas, em se tratando de conquistas ou de relacionamentos, em sentido mais geral possível.
Não ligar no dia seguinte – mesmo que isso custe horas sofridas de espera ao lado do telefone – é uma espécie de sacrifício torpe recompensado por uma pseudoautossuficiencia (provável que essa palavra nem exista) que, honestamente, nunca me enganou. Troca-se a liberdade de fazer o que realmente se tem vontade – ligar, elogiar, declarar-se – em nome de um orgulho besta que alguns desavisados têm chamado de amor próprio.
Desfrutando do meu irrenunciável direito de discordar, devo reconhecer que, sim, o tal joguinho da conquista faz verdadeiros milagres, por uma lógica tão simples quanto notável: tudo que as pessoas querem é provar para si mesmas que são capazes. O jogo duro da outra parte funciona como um desafio a ser superado – e vencido, muitas vezes, a todo custo. Cria-se uma ilusão cruel de querer: Você pensa que de fato quer algo – ou alguém – quando tudo o que quer, na verdade, é provar pra si mesmo e para o mundo que pode conseguir. Por que a vida é feita, basicamente, do “provar que pode”.
A conseqüência mais lamentável disso tudo é a perda talvez irrecuperável da transparência nas relações. E olha que não me refiro apenas aos inícios, onde o coração acelerado à espera de um telefonema é personagem principal: refiro-me também às relações de longa data – inclusive as de amizade – onde a sinceridade é tão necessária quanto escassa.
Do P.A ao amigo de infância, são poucos os que se arriscam à verdadeira e perigosa transparência. O jogo da sedução espalhou-se como um vírus e infectou as relações mais bonitas, mais abertas e mais sinceras, tornando-se um óbice travestido de escudo: que, embora nos proteja do sofrimento, dos priva do melhor de toda relação.
Eu, sinceramente, prefiro o amor real. Eu prefiro a entrega, ainda que, para isso, eu tenha que ser feita de boba de vez em quando. Prefiro me jogar de cabeça, mesmo que eu saia ferida algumas vezes – e mesmo que numa dessas vezes, seja fatal. Ligo quando quero ligar, abraço quando quero abraçar, declaro-me quando quero me declarar – e confesso que isso já me rendeu umas boas decepções, e, sobretudo, afastou-me daqueles que nunca mereceram um amor honesto. Paciência. Não jogo porque não sei jogar, mas, sobretudo, porque o que importa nessa vida é ser livre para amar e para entregar-se: a quem assim merecer.
(Desconheço autoria, recebi de um bom amigo, compartilho com vocês)
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